É uma técnica simples. Mediante a retirada de sangue da veia E SUA IMEDIATA APLICAÇÃO NO MÚSCULO, AUMENTA EM QUATRO VEZES O NÚMERO DE MACRÓFAGOS NO ORGANISMO. São os macrófagos QUE FAZEM A LIMPEZA DE TUDO, eliminando bactérias, vírus e câncer.
publicado por auto-hemoterapia | Quinta-feira, 09 Outubro , 2014, 20:50
 
04/10/2014 
De: Jose Benevides de Alencar Teixeira Júnior 
 
Conheci o procedimento da Auto hemoterapia em março de 2006, e desde lá, faço aplicações periódicas. No início (primeiro ano) fiz aplicações semanais de 10ml (sem faltar), e posteriormente reduzi para 5ml. Durante uns cinco anos mantive minhas aplicações,
reduzindo paulatinamente até hoje, quando faço 4 seções semanais e dou uma pausa de 30 dias, reiniciando outras 4 aplicações. Não sei o que é gripe ou qualquer outro tipo de doença. Tinha rinite alérgica crônica (usei tudo o que foi de porcaria que vende em farmácia: aturgil, adnax, sorine e outros menos votados) e nunca tive melhora. Um dos meus filhos teve catapora (eu nunca tive). Ele ficou uma semana confinado dentro do quarto e era eu quem levava sua alimentação e preparava seus banhos (com azul de metileno). 

A catapora não chegou nem perto de mim. Quando uma virose
aparece (aquele sintoma de moleza no corpo), faço uma aplicação e no dia seguinte amanheço novo de novo. Acho um absurdo que um país pobre como o nosso (pobre para o povão) condene um tratamento como esse, que só traz benefícios para quem utiliza. 
Conheço inúmeros casos de pessoas que eu indiquei, que fizeram e tiveram excelentes resultados. Mas, sei o por que de ser proibido pela Anvisa e outras instituições: não dá lucro para os fabricantes de remédio. Quantas pessoas nas regiões mais afastadas
(amazônia, por exemplo) poderiam ser curadas, se houvesse 
interesse do governo em difundir esse procedimento, que só 
benefícios oferece. Dizem que não existe comprovação científica. E 
por que não fazem? Eu me ofereço como cobaia, e conheço muitos outros que topam, inclusive pessoas que tiveram câncer e estão curadas hoje. O filho de um amigo estava ameaçado de perder uma visão (tinha uma inflamação no fundo do olho esquerdo). Indiquei a auto-hemo e após um mês de aplicação ficou curado, gozando da cara do médico, que disse que só seria curado se operasse. Pensei que o Inforum não existisse mais, pois vi muitas críticas e dúvidas (???) de quem não conhece. Meu telefone é: (85) 8759-3728 e 
9949-9609 (Fortaleza) e me disponho a conversar com quem tiver alguma dúvida e deseje iniciar o tratamento. Abraços, Benevides.

 

 

 

 

 


publicado por auto-hemoterapia | Quarta-feira, 08 Outubro , 2014, 17:44
Domingo, 5 de outubro de 2014
 


Recuperação de Mastite Cronica
 
Boa noite, venho aqui compartilhar a recuperação de minha esposa 
 
Em abril deste ano sofri uma queda de moto, juntamente com minha esposa que bateu o seio esquerdo com força em um objeto rígido. Após alguns dias apresentou inchaço e vermelidão em torno do mamilo do seio esquerdo. Fomos a um mastologista e ele indicou um antibiótico para inflamação e pediu para retornarmos ao fim do tratamento em +- 30 dias e que se caso a inflamação não viesse a furo naturalmente, minha esposa teria que fazer uma punção para remoção da inflamação. Não comprei antibiótico nenhum e sim seringas para aplicar uma AHT de 5ml. Esta consulta foi numa sexta-feira, fiz a ATH no Domingo e na manhã de segunda ao acordar a inflamação já tinha vindo a furo. Continuei a ATH de 5ml por 10 aplicações semanais, porêm 1 a 2 vezes por mês vinha a furo novamente, cada vez uma quantia menor e por menos tempo, depois cicatrizava o orificio mas ficava ainda inchado e dolorido na região, insisti por mais um período de aplicações e continuava a vir a furo todo o mês, progressivamente menos a cada vez. Minha esposa preocupada pediu para ir ao mastologista novamente e na consulta ele recomendou novamente um antibiótico e disse que minha esposa teria que fazer uma cirurgia para retirada do tecido inflamado, pois se tratava de uma Mastite Crônica e não teria outra solução (Falando assim simplesmente como se fosse fácil para uma mulher operar o seio, sem levar em conta a parte psicologia e estética). Conversando com minha esposa na saída do consultório resolvemos aumentar a dose da ATH para 10ml, pois o organismo estava eliminando a inflamação progressivamente a cada vez que vinha a furo. Após mais 10 aplicações de ATH com 10ml a inflamação sumiu, o seio cicatrizou e hoje não possui nenhuma marca ou nódulo da lesão, não ficou nenhuma sequela. Tudo isso sem tomar nenhum antibiótico prescrito pelo médico nem muito menos operar o seio. 
 
Espero compartilhar esse depoimento para que outras pessoas que tenham problemas parecidos possam ter uma plena recuperação de uma forma natural sem a necessidade de cirurgias. 
 
Alessandro dos Santos Moresco 40 anos  

Em http://hemoterapia.org/depoimentos/recuperacao-de-mastite-cronica.asp 


publicado por auto-hemoterapia | Terça-feira, 07 Outubro , 2014, 18:50
“Vacina” para Ebola é auto-hemoterapia
 
“As pessoas que fizerem corretamente a auto-hemoterapia de 5 em 5 dias não correm o risco de pegar o virus Ebola”. É o que diz o médico sergipano Jorge Martins Cardoso, autor da séria de mais de cem artigos sobre “Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os Antibióticos”, na qual mostra a eficácia dessa terapia no tratamento de doenças.
 
O médico acrescenta que “Não existe "vacina" ou "vacinas" contra o vírus Ebola, nem medicamentos específicos para combater a epidemia em curso”. Para ele, o que existe é “a ‘vacina do sangue’, conforme consta no livro do médico baiano Olívio Martins, que trata de terapia idêntica à auto-hemoterapia defendida pelo médico carioca Luiz Moura”. Entretanto, diz que a auto-hemoterapia defendida por Dr. Luiz Moura é a mais segura.
 
Histórico
 
“Enquanto experimentam usar o sangue contra o vírus ebola, a auto-hemoterapia já tem um  histórico de mais de 100 anos”. A observação é da enfermeira gaúcha radicada em Florianópolis, Ida Zaslavsky, que usa a técnica há mais de vinte anos e reuniu experiências exitosas no livro “Auto-hemoterapia – um bom passo maior que a perna; das bases à autonomia do viver”. Ela se refere à decisão da Organização Mundial de Saúde de recomendar o uso de sangue de pessoas curadas para tratar as pessoas que contraíram o vírus.
 
Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos e foi muito difundida desde 2004 através de DVD explicativo gravado pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro e distribuído gratuitamente de mão em mão ou pela internet.
 
Segundo a enfermeira, “A OMS está recomendando de forma experimental usar sangue de pessoas curadas por um vírus muito violento que é o Ebola, mas na realidade milhares de brasileiros já fazem esse tratamento com o próprio sangue há mais de 100 anos, sem risco, sem efeito colateral, nem contraindicação”.
 
Ela afirma que “No Brasil podemos evitar a Epidemia Ebola com a  auto-hemoterapia, que  previne e trata de infecções”. E explica que “Com esta técnica pode-se aumentar a imunidade antes mesmo de passar pelo risco da infecção, o que deve ser feito ao menos nos lugares onde o risco for maior”.

Texto de Walter Medeiros, jornalista.


Nota do Editor:  Jorge  Martins  Cardoso, brasileiro é considerado um dos grandes pesquisadores da auto-hemoterapia, com destaque em todo o mundo.

Mais informações sobre auto-hemoterapia, entre outros,  em 
 


publicado por auto-hemoterapia | Terça-feira, 07 Outubro , 2014, 18:47
“Vacina” para Ebola é auto-hemoterapia
 
“As pessoas que fizerem corretamente a auto-hemoterapia de 5 em 5 dias não correm o risco de pegar o virus Ebola”. É o que diz o médico sergipano Jorge Martins Cardoso, autor da séria de mais de cem artigos sobre “Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os Antibióticos”, na qual mostra a eficácia dessa terapia no tratamento de doenças.
 
O médico acrescenta que “Não existe "vacina" ou "vacinas" contra o vírus Ebola, nem medicamentos específicos para combater a epidemia em curso”. Para ele, o que existe é “a ‘vacina do sangue’, conforme consta no livro do médico baiano Olívio Martins, que trata de terapia idêntica à auto-hemoterapia defendida pelo médico carioca Luiz Moura”. Entretanto, diz que a auto-hemoterapia defendida por Dr. Luiz Moura é a mais segura.
 
Histórico
 
“Enquanto experimentam usar o sangue contra o vírus ebola, a auto-hemoterapia já tem um  histórico de mais de 100 anos”. A observação é da enfermeira gaúcha radicada em Florianópolis, Ida Zaslavsky, que usa a técnica há mais de vinte anos e reuniu experiências exitosas no livro “Auto-hemoterapia – um bom passo maior que a perna; das bases à autonomia do viver”. Ela se refere à decisão da Organização Mundial de Saúde de recomendar o uso de sangue de pessoas curadas para tratar as pessoas que contraíram o vírus.
 
Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos e foi muito difundida desde 2004 através de DVD explicativo gravado pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro e distribuído gratuitamente de mão em mão ou pela internet.
 
Segundo a enfermeira, “A OMS está recomendando de forma experimental usar sangue de pessoas curadas por um vírus muito violento que é o Ebola, mas na realidade milhares de brasileiros já fazem esse tratamento com o próprio sangue há mais de 100 anos, sem risco, sem efeito colateral, nem contraindicação”.
 
Ela afirma que “No Brasil podemos evitar a Epidemia Ebola com a  auto-hemoterapia, que  previne e trata de infecções”. E explica que “Com esta técnica pode-se aumentar a imunidade antes mesmo de passar pelo risco da infecção, o que deve ser feito ao menos nos lugares onde o risco for maior”.

Texto de Walter Medeiros, jornalista.


Nota do Editor:  Jorge  Martins  Cardoso, brasileiro é considerado um dos grandes pesquisadores da auto-hemoterapia, com destaque em todo o mundo.

Mais informações sobre auto-hemoterapia, entre outros,  em 
 


publicado por auto-hemoterapia | Sexta-feira, 03 Outubro , 2014, 18:30
BRASILEIROS   EXIGEM  O   FIM  DA  PROIBIÇÃO DO  USO DA TÉCNICA,   ARBITRARIEDADE  DE UMA  DAS  AGÊNCIAS  DO  GOVERNO  PRATICADA EM  2007,  NO GOVERNO  LULA  DA  SILVA.  COM A   MEDIDA,  O   PAIS  SE TORNOU  O  ÚNICO DO MUNDO  QUE  IMPEDE A CURA  DOS  CIDADÃOS COM O USO DA  AUTO-HEMOTERAPIA. 
 
 ALÉM   DE OS  BRASILEIROS  NÃO PODEREM   SE TRATAR  COM  A  AUTO-HEMOTERAPIA,  DE   EFICÁCIA  COMPROVADA   POR  MILHARES DE PESQUISA S  EM TODO O MUNDO, O  BRASIL  PERDE  BILHÕES DE DÓLARES POR ANO COM A  PROIBIÇÃO. LUCRAM   OS  LABORATÓRIOS  FARMACÊUTICOS  TRANSNACIONAIS. 
 
O pedido ao ministro Gilberto Carvalho foi entregue  na  quinta-feira (02/10/2014). Foi assegurado que o fim da arbitrariedade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibindo o uso da técnica, beneficiará milhões de brasileiros na cura das mais diversas doenças,  entre as quais o cancro, aids, Parkinson,  Alzheimer. 

A medida produzirá grande economia para o Brasil e trará dividendos políticos para a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição.  
 
A auto-hemoterapia cura ao aumentar a imunidade em quatro vezes. A anulação da Nota Técnica da Anvisa, que violenta a Constituição Federal, é esperada para antes do segundo turno das atuais eleições, que será realizado em 26 próximo. 
 
Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, recebeu a imprensa em Vitória, Espírito Santo, onde veio para apoiar os candidatos de seu partido, o PT. Antes, da coletiva, aceitou receber o repórter para tratar, de forma não jornalistica, de um tema de interesse nacional.  
 
Após a coletiva, informado do tema, disse ter ouvido informações positivas sobre a auto-hemoterapia. Informei ao ministro que a auto-hemoterapia cura ao aumentar a imunidade em quatro vezes, tem amplo uso, e que seu custo semanal é de uma seringa de aplicar injeção.  
 
Relatei ainda que proibição Anvisa em 2007, foi realizada após reportagem da TV Globo, que mentiu sobre a auto-hemoterapia, numa cara manipulação das informações e já atendendo aos interesses dos laboratórios farmacêuticos transnacionais. À esta época, o tema auto-hemoterapia tinha ganhado divulgação nacional e adeptos em todo o pais: foi divulgada na internet entrevista didática do dr. Luiz Moura sobre a técnica, realizada em 2004. Durante 109 anos a auto-hemoterapia foi praticada livremente no Brasil, mas por pequenos grupos. 
 
A Nota Técnica 01/2007 da Anvisa acabou com esta possibilidade, agora que a técnica estava no domínio da sociedade. A Nota Técnica é ilegal e, para validá-la, a Anvisa encomendou estudo do Conselho Federal de Medicina (CFM), que produziu um parecer onde ignora a produção científica mundial sobre auto-hemoterapia e manipula um dos principais estudos realizados sobre a técnica, feito pelo brasileiro Jésse Teixeira em 1939 e publicado após premiação cientifica, em literatura técnica nacional. Na época o estudo foi traduzido para o inglês e francês. 
 
Ao ministro foi entregue em mãos o artigo do dr. Luiz Moura, que sintetiza o que é a auto-hemoterapia, publicado entre tantos endereços em http://www.rnsites.com.br/aht_luiz_moura.pdf
 
Também entregue o artigo do jornalista Walter Medeiros sobre a Nota Técnica da Anvisa, onde é provada sua ilegalidade http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-legis.htm
 
Um terceiro documento entregue ao ministro Gilberto Carvalho foi cópia da publicação da pesquisa do dr. Jésse Teixeira, com o texto no original. "Complicações Pulmonares Pós-Operatórias" deste cientista pode ser lido emhttp://www.rnsites.com.br/artigo_jesse_teixeira.pdf< /div>
 
Foi citado, mas não apresentado ao ministro, um estudo que aniquila o "parecer do CFM" sobre auto-hemoterapia. O estudo, titulado em versão jornalistica como "PARECER DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM) SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA NÃO TEM CABEÇA, CONCLUI MÉDICO APÓS AVALIAÇÃO CIENTÍFICA " é do médico Jorge Martins Cardoso e está em http://www.hemoterapia.org/informacoes_e_debate/ver_opin iao/parecer-do-conselho-federal-de-medicina-...
 
O ministro Gilberto de Carvalho prometeu estudar o pedido para que o governo Dilma anule a proibição da Anvisa sobre a auto-hemoterapia, que prejudica os brasileiros, evita a economia para o Governo que o tratamento produz, e torna ou país único no mundo a impedir o acesso da população a esta técnica de cura, tão eficaz quanto barata. 
 
CONHEÇA A TÉCNICA  
 
"Auto-Hemoterapia 
 
Contribuição para a Saúde 
 
Conversa com Dr. Luiz Moura 
 
O que é a auto-hemoterapia? 
 
É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo. 
 
Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.  
 
A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.  
 
Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.  
 
Então, realmente é um método que poderia ser divulgado e usado em regiões sem recursos, em que as pessoas não têm condições de pagar estímulos imunológicos caríssimos, como, por exemplo, os fabricados de medula óssea. Fazem-se medicamentos - eu não posso dizer o nome do medicamento, porque não estou aqui fazendo propaganda, mas é um medicamento caríssimo - que se usa para produzir o mesmo efeito da auto-hemoterapia, que é o lisado de timus de vitela, que foi fabricado, isso eu posso falar, é um lisado de timus de vitela, tem um nome de fantasia, mas na realidade, a essência do produto é um lisado de timus de vitela submetido a um fermento digestivo, que se transforma num medicamento, mas é de custo muito alto, enquanto que a auto-hemoterapia produz o mesmo efeito a custo baixíssimo. Portanto podendo ser usado em todas as camadas da população sem nenhum problema, aí, essa é que é a grande vantagem! 
 
Início e aplicação da prática da auto-hemoterapia 
 
Eu comecei a aplicar a auto-hemoterapia ainda como estudante de medicina, em 1943, quando eu entrei para a faculdade de medicina. Eu entrei na Faculdade Nacional de Medicina, que era na Praia Vermelha (no Rio de Janeiro). E o meu pai foi professor dessa mesma faculdade, e ele era também chefe de enfermaria da Santa Casa, e era cirurgião geral. Primeiro me ensinou como tirar sangue e aplicar no músculo, e ele me mandava para casa de todo paciente que ele operava. Eu tinha que ir na véspera da internação aplicar no paciente 10 (dez) ml de sangue, e 5 (cinco) dias depois, ele não esperava cair a taxa a zero não, e cinco dias depois eu fazia a mesma a aplicação no paciente, ainda internado, porque naquele tempo as internações, duravam em média uma semana. 
 
O que eu não sei é como é que ele tinha coragem de operar comigo auxiliando, porque eu só sabia era segurar os instrumentos e mais nada. Acho que ele operava sozinho porque o que eu sabia era só segurar os instrumentos e mais nada. O que eu tinha aprendido, a única coisa, era tirar sangue da veia e aplicar no músculo, mais nada. E nunca houve problema nenhum. Ele teve com isso uma das taxas menores que eu já vi até hoje de infecção hospitalar. 
 
Ele fazia isso porque o trabalho do professor Jesse Teixeira - que foi feito especificamente para evitar infecções pós-operatórias, e que resultou num prêmio de cirurgia, no maior prêmio de trabalho publicado em 1940 e foi traduzido em duas línguas, para o francês e para o inglês - esse trabalho foi um sucesso enorme. 
 
O meu pai usava esta técnica, porque ele tinha lido o trabalho de Jesse Teixeira. Este tinha 150 (cento e cinqüenta) cirurgias, operações das mais variadas, comparadas com outras 150 (cento e cinqüenta) cirurgias idênticas. Teve 0% (zero por cento) de infecções pós-operatórias, quando aplicado o sangue. E nas outras em que não aplicava - a título de contraprova, ele não aplicava o sangue, as mesmas cirurgias - ele teve 20% (vinte por cento) de infecções. Porque naquela época o grande problema eram infecções pulmonares no pós-operatório, porque a anestesia era feita com éter, e o éter irritava muito os pulmões. Havia uma facilidade muito grande de infecções pulmonares. 
 
Aprendi isso com ele. E me limitei a usar durante muitos anos a auto-hemoterapia exclusivamente para evitar, tratar de infecções, acne juvenil (que é uma infecção de estafilococos) e também evitar infecções pós-cirúrgicas. Nesse tempo eu era cirurgião, então eu também usava o mesmo método. A finalidade é basicamente combater bactérias.  
 
Só a partir de 1976 é que eu passei a usar numa amplitude muito maior, graças a um médico, Dr. Floramante Garófalo, um ginecologista, que era assistente do diretor do hospital Cardoso Fontes em Jacarepaguá e que era a pessoa que mais conhecia equipamento hospitalar do Brasil. 
 
Ele já estava aposentado, tinha 71 anos. E foi chamado pelo Dr. Amaury de Carvalho, que era o diretor, para equipar o hospital, porque este tinha sido um sanatório de tuberculosos, e foi transformado no Hospital Geral, então precisava que todas as clínicas fossem equipadas e ele foi ser assistente do Diretor. Um dia, o professor Garófalo ou Dr. Garófalo - bem, vamos dizer professor porque ele merecia ser chamado de professor - chega se queixando de uma dor, uma dormência que sentia na perna quando fazia uma caminhada de 100 a 200 metros. Tinha que sentar na rua, no meio-fio porque não conseguia mais andar. 
 
Eu então disse para ele, “Olha Dr. Garófalo, você tem que ser examinado por angiologista.”. Nós temos um excelente aqui, chama-se Dr. Antônio Vieira de Melo - primo-irmão do Sérgio Vieira de Melo que morreu lá no Iraque. E então ele vai ter que examinar esta perna. Ele examinou primeiro com aparelho, e disse: “Há uma obstrução na sua coxa direita, na parte média da coxa.”. Aí o Dr. Garófalo disse assim: “Bom, mas de que tamanho?”. “Só fazendo uma arteriografia.”. Então fomos para o raios-X, que mostrou 10 (dez) centímetros de artéria entupida. 
 
Foi dito a ele pelo angiologista Antônio Vieira de Melo: “Olha, só há uma solução. Fazer uma prótese. Tirar uma parte desta artéria, esses 10 cm e substituir por uma prótese de material plástico chamado Dralon.”. O Dr. Garófalo, rindo, disse: “Em mim você não vai fazer isso não, porque eu não quero virar um homem biônico. Hoje é essa artéria da coxa, amanhã será a do braço ou da outra perna. Então eu vou só fazendo prótese? Não, quem vai me curar é a auto-hemoterapia.”. E me pediu que eu aplicasse nele. 
 
Ele trazia a cada 7 (sete) dias uma seringa, já tudo preparado, e eu fazia a aplicação da auto-hemoterapia. No fim de 4 (quatro) meses, ele me disse: "Não sinto mais nada, estou bom.". Eu disse: “O Dr. Antônio Vieira de Melo é quem tem que lhe dar a alta.“. Fomos ao Dr. Antônio Vieira de Melo, que disse: "Eu não acredito nisso, é impossível! Isso é sugestão. Você se convenceu tanto com essa auto-hemoterapia que você está achando que está bom.". Garófalo disse: "Agora eu ando quilômetros, não tenho mais problema nenhum. Bom, pode ser sugestão.". Então eu dei a resposta: “Bom, não há por que a gente discutir se é sugestão ou não. Garófalo, você se submete a outra arteriografia?”. Ele disse: “Pra já! Vamos lá!”. 
 
Fomos para o raios-X. E não havia mais obstrução alguma. E assim ele viveu até noventa e tantos anos passando aqui nessa rua General Roca. Ele morreu com mais de 95 anos, sem nunca ser operado. Como compensação, resolveu me dar de presente dois trabalhos: um do Dr. Jesse Teixeira e outro do Dr. Ricardo Veronesi. 
 
Há um intervalo entre esses dois trabalhos de 36 anos, um é de 1940 e o outro de 1976. Mas a impressão é que um foi feito para o outro, para combinar, um com o outro. Porque? Porque enquanto o trabalho do Dr. Jesse Teixeira se limitava à ação da auto-hemoterapia em evitar infecções pós-operatórias, o do professor Ricardo Veronesi, que é professor da Universidade de Santos, a imunologia já tinha avançado muito mais e se tinha descoberto que o Sistema Retículo - Endotelial (SRE) tem muitas outras funções além de combater as bactérias, muito mais do que isso. 
 
As principais funções do Sistema Retículo Endotelial são (em itálico, texto retirado do trabalho do Dr. Ricardo Veronesi. Entre parênteses, comentários e explicações do Dr. Luiz Moura):  
 
1) Clearance (limpeza) de partículas estranhas provenientes do sangue ou dos tecidos, inclusive células neoplásicas (cancerosas), toxinas e outras substâncias tóxicas. 
 
2) Clearance de esteróides e sua biotransformação. (Eliminação dos hormônios, os esteróides). 
 
3) Remoção de micro agregados de fibrina e prevenção de coagulação intra vascular. (É o motivo pelo qual eu tomo auto-hemoterapia, para evitar enfartos e tromboses, tromboses cerebrais, enfartos das coronárias, porque ela faz a prevenção da coagulação intra-vascular, remove um possível entupimento que possa ter havido, como removeu a fibrina que entupia a artéria femoral do Dr. Garófalo. Por isso é que eu uso auto-hemoterapia.). 
 
4) Ingestão do antígeno, seu processamento e ulterior entrega aos linfócitos B e T. (O antígeno que produz a reação alérgica, tendo uma grande ação no tratamento das alergias.). 
 
5) Biotransformação e excreção do colesterol.  
 
6) Metabolismo férrico e formação de bilerubina.  
 
7) Metabolismo de proteínas e remoção de proteínas desnaturadas. (Proteínas anormais.). 
 
8) Destoxificação e metabolismo de drogas. (Imagina, metabolismo de proteínas e remoção de proteínas desnaturadas, hoje que se sabe que a encefalite que causa a doença da vaca louca é causada por uma proteína príon que é desnaturada. E então a auto-hemoterapia poderia ajudar no tratamento dessa doença.). 
 
Respondendo por tantas e tão importantes funções, fácil é de se entender o papel desempenhado pelo Sistema Retículo Endotelial no determinismo favorável ou desfavorável de processos mórbidos tão variados como sejam os infecciosos, neoplásicos (câncer), degenerativos e auto-imunes. 
 
Foi aí é que comecei a usar a auto-hemoterapia em doenças auto-imunes. 
 
Muito bem, agora o que é triste: o que o professor Jesse Teixeira descobriu em 1940 - que em 1976 ainda estava sendo estudado em países do primeiro mundo em ratos - aqui não teve a divulgação que deveria. 
 
(Dr. Luiz Moura lê outro trecho do trabalho do Dr. Ricardo Veronesi. E, entre parênteses, faz comentários): 
 
Doenças Degenerativas 
 
O Sistema Retículo Endotelial exerce papel importante na homeostase (quer dizer, manter o organismo saudável), inclusive dos lípides (das gorduras). Dessa maneira tem se demonstrado em animais que o Sistema Retículo Endotelial está implicado na produção e excreção do colesterol, quer endógeno como exógeno. Conclui-se daí que a hipercolesterolemia e, talvez, a arteriosclerose) (processo degenerativo das artérias que vão endurecendo) depende do perfeito funcionamento do Sistema Retículo Endotelial, podendo ser reduzida a taxa do colesterol sanguíneo através da imunoestimulação do sistema conforme experiências realizadas em ratos na Universidade do Tenessee. (Quer dizer, enquanto em 1940, no Brasil, o professor Jesse Teixeira descobriu em ser humano como estimular o Sistema Retículo Endotelial, em 1976, 36 anos depois, nos Estados Unidos, no Tenessee, estava se estudando em ratos.). Estamos realizando experiências em tal sentido no serviço do professor Luiz V. Décourt em São Paulo.  
 
 
Quer dizer, então a auto-hemoterapia é um recurso de enorme valor, porque com essa amplitude que o avanço da imunologia deu - antes realmente só se sabia que combatia as infecções - eu só usava, por exemplo, para reduzir o tempo de cura de uma pneumonia: dava o antibiótico e usava simultaneamente a auto-hemoterapia. Com isso eu conseguia reduzir, primeiro a quantidade de antibiótico. E o tempo de cura se acelerava porque o antibiótico fazia uma parte, quer dizer, paralisava a reprodução dos microorganismos e a auto-hemoterapia estimulava os macrófagos a devorar esses micróbios. Então complementava a ação um do outro e com isso eu tive resultados muito bons, em doenças, como pneumonias, até duplas graves. E resolvia os problemas associando esses dois recursos, um que paralisava a reprodução, porque muita gente pensa que antibiótico é bactericida. Não, antibiótico não mata bactéria, ele só paralisa a reprodução das bactérias. Quem mata a bactéria é nosso Sistema Imunológico, completando o trabalho do antibiótico. 
 
Esclerodermia 
 
Dia 10/09/1976, eu era chefe da clínica médica do Hospital Cardoso Fontes, e tinha uma consultora dermatológica, Dra. Ryssia Alvarez Florião. Se internou uma senhora que há 8 meses não andava. A Dra. Ryssia fez três biópsias, mandou para a Dra. Glória Moraes, chefe da Anatomia Patológica, que deu o laudo: esclerodermia fase final. Então a Dra. Ryssia resolveu dar uma aula. Nós tínhamos toda segunda-feira uma aula dos casos que não fossem rotineiros. E esse era um caso bastante raro. Esclerodermia é uma doença auto-imune e que não é freqüente. 
 
Foi dada uma aula belíssima, aprendi muito porque eu não sabia nada sobre a esclerodermia, sabia de livro, nunca tinha visto paciente esclerodérmico. Quando terminou a aula, a Dra. Ryssia mandou a enfermeira levar a paciente. Eu entendi, agora chegou a hora de dizer o que pode ser feito pela paciente. “Você mandou levar a paciente para ela não escutar.”. Ela disse: “É verdade, eu não tenho nada há fazer pela paciente.”. 
 
Pedi a Ryssia: “Você me entrega essa paciente para eu aplicar uma técnica que não é corrente e chama-se auto-hemoterapia?”. Ela riu e disse: “O senhor sabe que eu cheguei em maio dos EUA, lá eu era residente médica numa clínica para onde convergiam todos os casos de esclerodermia de todos os EUA. E a clínica não era mais nada do que um depósito de esclerodérmicos. Não havia mais nada a fazer. Então o senhor acha que pode fazer?”. 
 
Eu disse: “Olha, eu vou agora em casa pegar os dois trabalhos do Dr. Jesse Teixeira e do Dr. Ricardo Veronesi, e você vai ver que a idéia tem fundamento.”. Cheguei lá e li as partes principais dos dois trabalhos e perguntei: “E agora Ryssia?”. “Ahh, tem lógica, pode funcionar, vale a pena.". 
 
E eu então apliquei a auto-hemoterapia, mas como era uma coisa nova, a ser feita num hospital, usei uma dose brutal. Eu tirei 20 (vinte) cc de sangue e apliquei 5 (cinco) cc em cada braço (deltóide) e 5 (cinco) em cada nádega, porque eu tinha que produzir um resultado, ou funcionava ou não funcionava, eu tinha que chegar a uma conclusão. 
 
A melhora foi uma coisa espantosa. A paciente que estava com a pele como se fosse pele de jacaré, dura, caminhando para uma morte terrível, a asfixia, porque não consegue respirar mais. O pulmão não pode se expandir, porque o corpo fica como um bloco de madeira. Por incrível que pareça 30 dias depois, no dia 10 de outubro de 1976, essa paciente saiu andando do hospital. 
 
Quais são as outras indicações da auto-hemoterapia?  
 
Muitas, muitas indicações. 
Primeiro: todas as doenças infecciosas de modo geral. 
Segundo: todas as doenças alérgicas, ela tem um efeito maravilhoso na asma brônquica, nas alergias cutâneas, em doenças que ainda não se sabe bem o que são, por exemplo, na psoríase funciona maravilhosamente bem. 
 
Nas doenças auto-imunes, que são muitas hoje. Doença de Crohn, uma doença auto-imune que destrói o intestino, os anticorpos atacam o final do intestino delgado na doença de Crohn. 
 
O lúpus, eu já usei, tem uma paciente - vou dizer só as iniciais dela, R.S. - essa moça ensina as crianças a bailar em Caxias (Rio de Janeiro). Ela sofria de lúpus, eu digo, ela sofria, não, ela sofre. Mas está assintomático. É como se tivesse curado. E ela leva essas crianças todo ano, patrocinado pela Itália, para dançar lá na Itália, crianças de rua que ela ensina a dançar. Essa moça eu tratei de lúpus, ela não podia, não tinha condições de trabalhar e nem fazer nada. 
 
Artrite reumatóide, ela dá um excelente resultado em atrite reumatóide. Eu tenho uma paciente da UFRJ, uma funcionária de lá que estava praticamente sem andar há 8 anos e com a auto-hemoterapia ela está hoje normal. Ela sobe no meu consultório, pega ônibus. Não tem mais problema nenhum. 
 
Nas miastenias graves, eu tenho um paciente que tem a minha idade, 78 anos. Esta paciente, ela foi diagnosticada como miastenias graves em 1980, no Instituto de Neurologia, na Av. Pasteur, e foi dado como não tendo nada o que fazer, porque nada se fazia mesmo. E ela vem fazendo a auto-hemoterapia desde 1980. Ela é a única sobrevivente de miastenias graves. De todos os pacientes que tinham miastenias graves na época, não existe nenhuma viva, só ela. E vai ao meu consultório com a filha, de ônibus. Isso 24 anos depois. 
 
Então é realmente uma coisa incrível não se divulgar, um trabalho que beneficia e alivia o sofrimento de tanta gente. Em tantas direções, em tantas patologias, em tantos tipos diferentes de doenças crônicas, e agudas também. 
 
Eu por exemplo, sei que estou errado em não tomar vacina de idoso, mas como eu faço a auto-hemoterapia acho que não preciso, porque eu tenho meu Sistema Imunológico ativado. Não condeno não, ótimo que todo mundo use a vacina de gripe. Eu não preciso, eu nem minha mulher, pois fazemos a auto-hemoterapia e mantemos nosso Sistema Imunológico ativado. 
 
Então realmente é um recurso terapêutico que tem uma amplitude enorme. Em 1980 atendi uma senhora, funcionária da Petrobrás, cujo serviço médico diagnosticou esclerodermia. Não tendo o que fazer, decidiram então aposentá-la. Foi quando ela me procurou, eu contei o caso de 4 anos antes - o caso de esclerodermia, da outra paciente do Hospital Cardoso Fontes. Ela decidiu fazer o tratamento, e não tem sintoma nenhum, até o dia de hoje. Só vai se aposentar no ano de 2005 por tempo de serviço. Ia se aposentar em 1980, só vai se aposentar 25 anos depois.  
 
Então realmente, é uma coisa que poderia mudar a vida de muita gente, como mudou a vida dela. Imagine se ela se aposentasse naquela altura, que aposentadoria ela teria hoje? Que situação ela teria? Bom, provavelmente nem viva ela estaria, se não tivesse feito esse tratamento. 
 
Então a auto-hemoterapia é um recurso que tem um número enorme de aplicações, e que tem uma explicação científica de como funciona. Não é algo a dizer que é misterioso, que é uma magia, ou uma panacéia qualquer, não! Sabe-se como funciona. 
 
Os trabalhos anteriores, europeus, todos eram na base do empirismo, ninguém tinha comprovado como funcionava. Foi um brasileiro, o professor Jesse Teixeira, que comprovou como funcionava em 1940. Era para esse tratamento ter sido divulgado e estar sendo usado, porque a medicina se torna cada vez mais cara. As doenças que a auto-hemoterapia evita ocorrem muito na idade avançada, o idoso está se tornando um paciente que representa um peso muito grande nas despesas com saúde. E é por isso que os planos de saúde cobram um absurdo dos idosos, porque realmente eles custam muito caros para serem mantidos com vida e relativa saúde. 
 
Então, é realmente, é uma coisa muito valiosa esse tratamento. Eu espero que se consiga ir divulgando e com o tempo isto será conseguido, fazendo com que alguns colegas passem a usá-la, pressionados pelos pacientes. A verdade é que quando se vêem os resultados e não têm como explicar, saem pela tangente e dizem ser remissão espontânea. É uma saída, para não admitir que foi a auto-hemoterapia. 
Ubervalter Coimbra 
64 anos 
- Vitória - ES

Publicado em http://hemoterapia.org/informacoes_e_debate/ver_opiniao/pedido-p ara-presidente-dilma-liberar-a-auto-hemoterapia.asp EM 

Quinta-feira, 2 de outubro de 2014  


publicado por auto-hemoterapia | Terça-feira, 30 Setembro , 2014, 18:14

 Ines Reinaldo 29/07/2014

 
 
SIM PRA MIM TAMBEM FOI UMA BENÇÃO DE DEUS!!!!!! NO DIA SEGUINTE QUE FIZ MINHA PRIMEIRA APLICAÇÃO, NÃO PRECISEI MAIS TOMAR MORFINA NEM CODEINA PRA ALIVIAR MINHAS DORES. JENTE ENTRE NO FC E COMPARTILHEM TODOS OS VIDEOS DO DR. MOURA, ESPERO UM DIA PODER CONHECE-LO PARA AGRADECER O QUE ELE FEZ  PELA MINHA SAUDE, JA AGRADEÇO A DEUS POR ISSO.
  
   

publicado por auto-hemoterapia | Segunda-feira, 29 Setembro , 2014, 14:22
Enfermeira defende auto-hemoterapia para prevenir ebola
 
“Enquanto experimentam usar o sangue contra o vírus ebola, a auto-hemoterapia já tem um  histórico de mais de 100 anos”. A observação é da enfermeira gaúcha radicada em Florianópolis, Ida Zaslavsky, que usa a técnica há mais de vinte anos e reuniu experiências exitosas no livro “Auto-hemoterapia – um bom passo maior que a perna; das bases à autonomia do viver”. Ela se refere à decisão da Organização Mundial de Saúde de recomendar o uso de sangue de pessoas curadas para tratar as pessoas que contraíram o vírus.
 
Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos e foi muito difundida desde 2004 através de DVD explicativo gravado pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro e distribuído gratuitamente de mão em mão ou pela internet.
 
Segundo a enfermeira, “A OMS está recomendando de forma experimental usar sangue de pessoas curadas por um vírus muito violento que é o Ebola, mas na realidade milhares de brasileiros já fazem esse tratamento com o próprio sangue há mais de 100 anos, sem risco, sem efeito colateral, nem contraindicação”.
 
Ela afirma que “No Brasil podemos evitar a Epidemia Ebola com a  auto-hemoterapia, que  previne e trata de infecções”. E explica que “Com esta técnica pode-se aumentar a imunidade antes mesmo de passar pelo risco da infecção, o que deve ser feito ao menos nos lugares onde o risco for maior”.
---
Saiba mais sobre auto-hemoterapia acessandohttp://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia.htm
 
09.09.2014

 


publicado por auto-hemoterapia | Sábado, 27 Setembro , 2014, 15:13
"... os relatos são todos positivos, então como não usar uma técnica dessa para beneficiar um paciente que eu acho que vai precisar?”, acentua o dr. Francisco Rodrigues  
 
 
Uma terapia simples e barata, para tratar e curar doenças com a retirada de sangue da veia e imediata aplicação no músculo. Assim a TV Metropolitano mostrou, quarta-feira à noite, em Natal, matéria sobre a auto-hemoterapia, ouvindo o médico psiquiatra Francisco Rodrigues e o jornalista Walter Medeiros. A matéria refere-se também a antigo texto da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH) que, inconformada com a compreensão e adesão cada dia mais numerosa de cidadãos brasileiros ao uso da auto-hemoterapia, emitiu uma nota que tenta encobrir a verdade. 
 
O Dr. Francisco Rodrigues explica que quando o organismo absorve aquele sangue, que é do próprio corpo, vai aumentar o número de células sanguíneas que têm a função de o proteger, as hemoglobulinas. “Isso aí é que faz a pessoa ficar mais fortalecida e vencer as agressões que podem ter ao seu organismo, por exemplo, as infecções, infecções virótica ou bacteriana que a pessoa é acometida, as doenças degenerativas também, enfim, tudo que necessite uma ação mais forte do organismo, para evitar o problema, então vai ajudar ao paciente”, afirma o médico potiguar. 
 
O médico observou que o corpo às vezes está enfraquecido, sem alimentação, com doença, às vezes as pessoas usam tóxicos, uma série de coisas que fragilizam o corpo, então nesse momento tem de entrar com um artifício, que pode ser um medicamento, pode ser uma cirurgia e pode ser uma técnica como essa. Ressalta que “a auto-hemoterapia não envolve nada que química nem estranha, não envolve corte no corpo, é uma técnica totalmente sem perigos; não corre risco nenhum”. 
 
Dr. Rodrigues comentou que a justificativa de quem não recomenda a técnica é de que não haveria estudos científicos, mas assevera: “quando vejo relato de tanta gente, no mundo todo, no Brasil particularmente, e muita gente se beneficia dela, os relatos são todos positivos, então como não usar uma técnica dessa para beneficiar um paciente que eu acho que vai precisar?”. 
 
 
Recebido por e-mail. Pela transcrição, 
Ubervalter Coimbra 
64 anos 
- Vitória - ES

Publicado em http://hemoterapia.org/informacoes_e_debate/ver_opiniao/medico-af irma-na-tv-que-auto-hemoterapia-beneficia-muita.asp na sexta-feira, 26 de setembro de 2014  


publicado por auto-hemoterapia | Sexta-feira, 26 Setembro , 2014, 17:57

 Sábado, 6 de setembro de 2014 - 20:31:03

179.234.121.213
Enfermidades selecionadas  
Doença sem alteraçao no diagnostico
Ola estou aqui para meu depoimento: perdi minha mãezinha ha 2 anos e 4 meses com fibrose pulmonar idiopatica, 1 ano apos a morte dela comecei a ter os mesmos sintomas, procurei medico fiz exames e constou que eu tb tinha, e que é genetica, me apavorei pq desconhecia este tratamento auto hemoterapia, uma amiga veio em casa me falou e me passou uma pessoa que fazia, isso foi dia 15 de novembro de 2013, fiz durante 6 meses cada 5 dias 10 ml , agora faço 1 x por semana 10 ml a fibrose esta parada nao avançou graças a esta mara vilha AUTO HEMOTERAPIA, ja fiz 2 tomografia depois do tratamento e nao teve alteraçao.obrigada Dr luiz Moura que Deus te abençoe.... boa sorte a todos 
Marilene 
55 anos 
- sao jose do rio preto

publicado por auto-hemoterapia | Quinta-feira, 25 Setembro , 2014, 19:55
TRADUÇÃO VIA GOOGLE: 
 
Ann Dermatol. 2014 agosto; 26 (4): 526-527. Inglês.  
 
Publicado on line em 31 de julho de 2014. http://dx.doi.org/10.5021/ad.2014.26.4.526
 
Copyright © 2014 O coreano Dermatológica Association e da Sociedade de Dermatologia Investigativa para coreano 
 
Auto-hemoterapia em Urticária Crônica: O que poderia ser os fatores auto-reativas e curativa Mecanismos? 
 
 
Abdolkarim Sheikhi, 1 , 2 Mohsen Azarbeig, 3 e Hamid Karimi 4 
1 Departamento de Imunologia, Ganjavian Hospital da Faculdade de Medicina, Dezful Universidade de Ciências Médicas, Dezful, Khuzestan, Iran. 
2 Auto-hemoterapia Clinic, Ganjavian Hospital da Faculdade de Medicina, Dezful Universidade de Ciências Médicas, Dezful, Khuzestan, Iran. 
3 Departamento de Dermatologia da Faculdade de Medicina, Dezful Universidade de Ciências Médicas, Dezful, Khuzestan, Iran. 
4 Departamento de Medicina Interna da Faculdade de Medicina, Dezful Universidade de Ciências Médicas, Dezful, Khuzestan, Iran. 
 
Endereço para correspondência: Abdolkarim Sheikhi, Departamento de Imunologia da Faculdade de Medicina, Dezful Universidade de Ciências Médicas, Azadegan principal Boulevard, Dezful, Khuzestan 6461945914, Iran. Tel: 98-641-6269733, Fax: 98-641-6269538, Email: sheikhi.a@dums.ac.ir  
Recebido 27 de maio, 2013; Revisado 18 de julho, 2013; Aceito 25 de julho de 2013. 
 
Este é um artigo de Acesso Livre distribuído sob os termos da Licença Creative Commons Atribuição Não Comercial (http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/  ), que permite uso irrestrito não-comercial, distribuição e reprodução em qualquer meio, desde que a obra original, devidamente citada.
 
 
Prezado Editor: 
 
Urticária Crônica (UC) é caracterizada por pápulas recorrentes e prurido com eritema circundante apresentando em todos ou na maioria dos dias da semana por> 6 semanas. 
 
Pelo menos 80% a 90% dos pacientes com CU são encontrados para não ter uma causa externa para sua condição. Estes pacientes são tradicionalmente conhecido por ter urticária idiopática crónica (UIC). CIU afeta até 3% da população em algum momento de suas vidas, e até 20% desses pacientes podem ter sintomas de 10 anos. OIC é mais comum em adultos do que em crianças; ele tem uma relação mulher-macho de 4: 1, e as mulheres de meia-idade são relatados para ser o grupo mais afetado. 
 
Evidências recentes sugerem que um subgrupo de pacientes com UC pode ter uma base auto-imune para a sua condição, como mostrado por uma reação teste cutâneo positivo ao teste do soro autólogo + (ASST + ) 1 . 
 
Como fatores de liberação de histamina, incluindo auto-anticorpos circulantes são responsáveis ??pela indução dos sintomas de urticária em ASST + pacientes com CU 2 , auto-hemoterapia, uma forma histórica de tratamento CU, pode ser considerada uma opção terapêutica específica e potencialmente curativa promissor para este subgrupo de pacientes com CU. Auto-hemoterapia, ou seja repetido injeções intramusculares de sangue autólogo (AWB), por vezes, tratadas com ozônio ou luz ultravioleta, era comumente usado para tratar pacientes com CU antes do desenvolvimento e introdução de anti-histamínicos. Várias evidências demonstram que a auto-hemoterapia, que também é reivindicado ter valor terapêutico em doenças alérgicas, doenças circulatórias, doenças virais, e câncer, é curativa em pacientes com CU 3 , 4 , 5 . Embora o seu mecanismo de cura não é conhecida, é postulado que a auto-hemoterapia modula a resposta imunitária a antigénios autólogos que devem ser envolvidos na libertação de histamina a partir de mastócitos e basófilos. Supõe-se que, com este método, isto é, a injecção de soro AWB ou no músculo, o acesso ou da via de circula factores de libertação de histamina (ou seus estimuladores) para o sistema imunitário é alterada, fazendo assim com que alguns immunomodulations para ocorrer, o que resulta, finalmente na indução de tolerância a fatores de liberação de histamina (ou seus estimuladores). 
 
Na procura para a natureza dos factores acima referidos, embora alguns AUXILIAR + pacientes com CU demonstraram expressar auto-anticorpos dirigidos contra o receptor de alta afinidade para IgE (anti-FceRI) ou imunoglobulina E (IgE) em si (anti-IgE), descobrimos que muitas ASST + os pacientes não têm anti-IgE ou anti-FcsRI auto-anticorpos, mas ainda respondem a auto-hemoterapia 6 . Portanto, para além dos auto-anticorpos acima mencionados fatores nestes pacientes deve ser investigada. 
 
Um dos potenciais anticorpos IgE poderia ser autoreactive, contra qualquer antígeno solúvel no soro que pode ligar-se a FcsRI. Depois disso, o seu antigénio específico (qualquer antigénio solúvel no soro) induziria ligações cruzadas entre os receptores de FceRI em mastócitos ou basófilos. A detecção destes anticorpos deve ser realizada 7 ; No entanto, deve-se ter em mente que estes anticorpos podem ser ligados a FceRI e pode não ser detectável no soro. Os antígenos solúveis acima mencionados em soro autólogo pode ser auto-antígenos ou mesmo alérgenos estrangeiros. 
 
O outro potencial de auto-anticorpos poderiam ser IgE dirigida contra epitopos autorreactivo autólogas em componentes celulares do sangue ou outros tecidos corporais. Se os antígenos celulares não existem ou se eles não pudessem ser rastreados no soro, o paciente pode mostrar um ASST negativo. Esta poderia ser uma razão pela qual algumas ASST - pacientes respondem a auto-hemoterapia de sangue total 5 , 8 , como alguns dos nossos pacientes no Hospital Ganjavian (inédito). 
 
Assim, se os factores potencialmente auto-reactivos acima mencionados podem ser detectados, podem ser sugeridos alguns mecanismos potencialmente curativas de auto-hemoterapia. Um mecanismo possível é a estimulação da produção de anti-idiotipo contra os auto-anticorpos acima mencionados, que possam bloquear a sua ligação ao FceRI de mastócitos ou basófilos. A segunda possibilidade seria a indução de tolerância a IgE ou FcsRI. O terceiro mecanismo possível de auto-hemoterapia pode ser indução de tolerância a outras auto-antígenos sanguíneos ou mesmo alérgenos estrangeiros. Com auto-hemoterapia, os antigénios acima mencionados, como uma vacina, são processados ??e apresentados ao sistema imunológico, células dendríticas musculares, com uma resposta imunológica potencial priming diferente, que pode converter um antigénio previamente causadores de doença a um antigénio que activa o regulador T reguladoras células, o que poderia suprimir as células T efetoras 9 , 10 . 
 
Vá para: 
RECONHECIMENTO 
Esta pesquisa foi apoiada pela Universidade Dezful de Ciências Médicas. 
 
Agradecemos a Sra Nahid Kashisaz, a senhora Maryam Badakhshan, e Bahram Ariaeenejad por sua ajuda na Clínica Auto-hemoterapia. 
 
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Referências 
1. Nettis E, Dambra P, D'Oronzio L, Cavallo E, Loria MP, Fanelli M, et al. Reatividade ao teste cutâneo do soro autólogo e características clínicas na urticária idiopática crónica. Clin Exp Dermatol 2002; 27: 29-31. 
 
2. O'Donnell BF, Barr RM, Black AK, Francis DM, Kermani F, Niimi N, et al. A imunoglobulina intravenosa em urticária crônica auto-imunes. Br J Dermatol 1998; 138: 101-106. 
3. V. Bocci autohaemotherapy após o tratamento de sangue com ozono. Uma reavaliação. J Int Med Res 1994; 22: 131-144. 
 
4. Mori O, Hashimoto T. no sangue autólogo injeção intramuscular como uma cura para a urticária crônica: relato de um paciente no qual a injeção intradérmica de soro autólogo continuou a causar uma resposta vergão-and-flare. Br J Dermatol 1999; 140: 1192-1193. 
 
5. Staubach P, K Onnen, Vonend A, Metz M, Siebenhaar F, Tschentscher I, et al. Autólogas injeções de sangue total para pacientes com urticária crônica e um teste de pele soro positivo autólogo: um estudo controlado com placebo. Dermatology 2006; 212: 150-159. 
 
6. Fagiolo U, Kricek F, Ruf C, Peserico A, Amadori A, Cancian M. Efeitos da inativação do complemento e exaustão IgG sobre a reatividade da pele para soro autólogo na urticária idiopática crónica. J Allergy Clin Immunol 2000; 106: 567-572. 
 
7. Concha LB, Chang CC, Szema AM, Dattwyler RJ, Carlson HE. IgE anticorpos antitireoidianos em pacientes com doença de Hashimoto e urticária crônica. Allergy Asthma Proc 2004, 25: 293-296. 
 
8. Bajaj AK, Saraswat A, Upadhyay A, Damisetty R, soroterapia Dhar S. autólogo na urticária crônica: vinho velho em garrafa nova. Indiano J Dermatol Venereol Leprol 2008; 74: 109-113. 
 
9. Dai YD, Sercarz EE. Padrões de processamento de antígenos determinar regulamentação específica do GAD65 vs. patogênese. Frente Biosci (Landmark Ed) 2009, 14: 344-351. 
 
10. Johansen P, Mohanan D, Martínez-Gómez JM, Kündig TM, Gander conceitos B. Lympho-geográficas na distribuição de vacinas. J Release Control 2010; 148: 56-62. 
 
 
Fetha    
 
Republicado em 

http://www.hemoterapia.org/publicac oes/2014-agosto-26-auto-hemoterapia-em-urticaria-cronica-o-que.asp&n bsp;


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