É uma técnica simples. Mediante a retirada de sangue da veia E SUA IMEDIATA APLICAÇÃO NO MÚSCULO, AUMENTA EM QUATRO VEZES O NÚMERO DE MACRÓFAGOS NO ORGANISMO. São os macrófagos QUE FAZEM A LIMPEZA DE TUDO, eliminando bactérias, vírus e câncer.
publicado por auto-hemoterapia | Sábado, 12 Abril , 2014, 13:19

 

 

A ENTREVISTA DO DR. MOURA:AUTO-HEMOTERAPIA,

 

Contribuição para saúde. 

Dr. Luiz Moura

Transcrição do DVD com a entrevista do Dr. Luiz Moura sobre Auto-hemoterapia (Transcrição literal, sem ajustes, daí a linguagem coloquial).

"Para mudar o rumo das coisas é preciso que a visão seja otimista" - Dr. Luiz Moura

 

O que é a auto-hemoterapia?

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo. Eles é que fazem a limpeza de tudo, eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, elimina inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. E agora, ocorre esse aumento de produção de macrófago pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE), isso no músculo, enquanto houver sangue no músculo, o Sistema Retículo Endotelial, está sendo ativado, e só termina essa ativação máxima no fim de cinco dias.  

O número de macrófagos, a taxa normal é de 5% no sangue e com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% durante 5 dias, do 5º ao 7º dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo, e quando termina ela volta aos 5%, daí a razão da técnica determinar que deva ser repetida, de 7 em 7 dias.  

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia, é um método de custo baixíssimo, basta uma seringa, pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira, de nada, simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue; não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba pegar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, e uma seringa para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.  

Então, realmente é uma coisa que poderia ser divulgada e usada em regiões sem recursos em que as pessoas não têm condições de pagar estímulos imunológicos caríssimos; como, por exemplo, os 'feitos' de medula óssea, que se fazem medicamentos, eu não posso dizer o nome do medicamento, porque não estou aqui fazendo propaganda, mas é um medicamento caríssimo, que se usa para produzir o mesmo efeito da auto-hemoterapia, que é o lisado de timus de vitela, que foi fabricado, isso eu posso falar, é um lisado de timus de vitela, tem um nome de fantasia, mas na realidade, a essência do produto é um lisado de timus de vitela submetido a um fermento digestivo, que se transforma num medicamento, mas é de custo muito alto, enquanto que a auto-hemoterapia produz o mesmo efeito a custo baixíssimo. Portanto podendo ser usado em todas as camadas da população sem nenhum problema, aí, essa é que é a grande vantagem!

INÍCIO E APLICAÇÃO DA PRÁTICA DA AUTO-HEMOTERAPIA

Eu comecei a fazer a auto-hemoterapia, a aplicar, ainda como estudante de medicina, em 1943, quando eu entrei para a faculdade de medicina. Eu entrei na Faculdade Nacional de Medicina, que era na Praia Vermelha (no Rio de Janeiro). E o meu pai era professor dessa mesma faculdade, e ele era também chefe enfermaria da Santa Casa, e era cirurgião geral, e ele me mandava, primeiro me ensinou a tirar sangue e a aplicar no músculo, e ele me mandava para casa de todo paciente que ele operava. Eu tinha que ir na véspera da internação, na Casa de Saúde São José, onde ele operava. Aplicar no paciente 10 ml de sangue, e depois, 5 dias depois, ele não esperava cair a taxa a zero não, e cinco dias depois eu fazia a mesma a aplicação no paciente, ainda internado, por que naquele tempo as internações, duravam em média, uma semana. O que eu não sei é como é que ele tinha coragem de operar comigo auxiliando, porque eu só sabia era  segurar os instrumentos e mais nada. Acho é que ele operava era sozinho porque o que eu sabia era só segurar os instrumentos e mais nada. O que eu tinha aprendido, a única coisa, era aplicar sangue e tirar sangue da veia e aplicar no músculo, mais nada. E nunca houve problema nenhum, ele teve com isso, uma das taxas menores que eu já vi até hoje de infecção hospitalar.

Ele fazia isso porque o trabalho do Jésse Teixeira, que foi feito especificamente para evitar infecções pós-operatórias, e que resultou num prêmio de cirurgia, no maior prêmio de trabalho publicado em 1940 e foi traduzido em duas línguas, para o francês e para o inglês esse trabalho foi um sucesso enorme, o trabalho do Jésse Teixeira. O meu pai usava esta técnica, porque ele tinha lido o trabalho de Jésse Teixeira. Ele tinha 150 cirurgias, operações diferentes dos mais variados, comparados com outras 150 cirurgias idênticas que em uma teve 0% de infecções pós-operatórias, quando aplicado o sangue e na outra que não aplicava, a título de contraprova, ele não aplicava o sangue, as mesmas cirurgias, as mesmas operações, ele teve 20% de infecções. Porque havia naquela época o grande problema era mais  infecções pulmonares no pós-operatório, porque a anestesia era feita com éter, e o éter irritava muito os pulmões. Havia uma facilidade muito grande de infecções.

Daí como eu aprendi isso com ele, depois, eu me limitei a usar durante muitos anos a auto-hemoterapia exclusivamente para evitar, tratar de infecções, acne juvenil, que é uma infecção de estafilococos e também evitar infecções de cirurgias, nesse tempo eu era cirurgião, então eu também usava o mesmo método. A finalidade é basicamente combater bactérias.  

Só a partir de 1976 é que eu passei a usar numa amplitude muito maior, graças a um médico, Dr. Floramante Garófalo, um ginecologista, que era assistente do hospital Cardoso Fontes em Jacarepaguá e que era a pessoa que mais conhecia equipamento hospitalar do Brasil.

Então ele já estava aposentado, tinha 71 anos. E ele foi chamado pelo Dr. Amaury de Carvalho, que era o diretor do Hospital, para equipar o hospital, porque o Hospital tinha sido um sanatório de tuberculosos, e foi transformado no Hospital Geral, então precisava todas as clínicas serem equipadas e ele foi ser assistente do Diretor, e eu era também assistente do Diretor. Um dia, o prof. Garófalo ou Dr. Garófalo, mas ele merecia ser chamado de professor. Ele então chega se queixando de uma dor, uma dormência que sentia na perna quando andava uma caminhada de 100, 200mt tinha que sentar na rua, no meio-fio porque não conseguia mais andar. Eu então disse para ele, olha Dr. Garófalo, você tem que ser examinado por angiologista; e nós temos um excelente aqui, chama-se o Dr. Antônio Vieira de Melo, um excelente angiologista, - que é até primo-irmão do Sérgio Vieira de Melo que morreu lá no Iraque-. E então ele vai ter que examinar esta perna, ele examinou primeiro com aparelho, e disse: há uma obstrução na sua coxa direita, na parte média da coxa. Aí o Dr. Garófalo disse assim: Bom, mas de que tamanho? Só fazendo uma arteriografia, então fomos para o raio-x e fez a arteriografia, tinha 10 cm de artéria entupida.

Aí então o Dr. Garófalo, foi dito a ele pelo angiologista Antonio Vieira de Melo: Olha, só há uma solução. Fazer uma prótese. Tirar uma parte desta artéria, esses 10 cm e substituir por uma prótese de material plástico chamado "dralon" ele aí diz, o Dr. Garófalo rindo, "em mim você não vai fazer isso não, porque eu não quero virar um homem biônico. Hoje é essa artéria da coxa, amanhã será a do braço ou da outra perna. Então eu vou só fazendo prótese? Não, quem vai me curar é a Autohemoterapia".

E me pediu que eu aplicasse nele; ele trazia de cada 7 dias trazia 1 seringa, já tudo preparado, e eu fazia a aplicação da AH. No fim de 4 meses, ele me disse: "Não sinto mais nada, estou bom". Mas eu disse: o Dr.Antônio Vieira de Melo é que tem que dizer, te dar a alta e dizer se você está bom ou não. Fomos ao Dr.Antônio Vieira de Melo e ele disse: "eu não acredito nisso, é impossível! Isso é sugestão. Você se convenceu tanto com essa AH que você está achando que está bom". Aí ele disse: "agora eu ando quilômetros, não tenho mais problema nenhum". Bom, pode ser a sugestão. Então eu (Dr. Luis Moura) dei a resposta, eu digo: Bom, não há porque a gente discutir se é sugestão ou não é sugestão. Ó Garófalo você se submete a outra arteriografia? Ele disse: "pra já! Vamos lá!" Fomos para o raio-x; quando foi feito a segunda arteriografia não havia mais a obstrução alguma e assim ele viveu, nós conhecemos ele com até noventa e tantos anos passando aqui nessa rua João Roca (em Visconde de Mauá – Rio de Janeiro) aqui na minha casa. Ele morreu com mais de 95 anos, sem nunca ter mais operado, nem ter feito nada. Então, realmente foi uma coisa, agora isso foi daí que começou em 1976, entre os meses de maio e setembro de 1976 que eu fiz essas aplicações no Dr. Floramonte Garófalo. E curou. Aí, quando ele, como compensação, resolveu me dar um presente, me deu dois trabalhos: um do Dr. Jésse Teixeira e outro do Dr. Ricardo Veronesi.

Há um intervalo entre esses dois trabalhos de 36 anos, um é de 1940 e o outro de 1976. Mas a impressão é que um foi feito para o outro, para combinar, um com o outro. Porque? Por que enquanto este (mostrando o trabalho do Dr. Jésse Teixeira) se limitava à ação da auto-hemoterapia em evitar infecções pós-operatórias, neste aqui do prof. Ricardo Veronesi, que é professor da Universidade de Santos, a imunologia já tinha avançado muito mais e tinha se descoberto que o Sistema Retículo - Endotelial (SRE) tem muitas outras funções, além da de combater as bactérias, muito mais do que isso.

E a essência daquilo é simplesmente, em poucos minutos dá para a gente ler isso aí: o que é que fazem os macrófagos.

As principais funções deles são, isso no trabalho do Prof Ricardo Veronesi : (trecho lido pelo Dr Luiz Moura no DVD) (texto retirado do Trabalho do Dr Ricardo Veronessi)  

As principais funções do Sistema Retículo Endotelial são: 

1) Clearance (limpeza) de partículas estranhas provenientes do sangue ou dos tecidos, inclusive células neoplásicas (cancerosas), toxinas e outras substancias tóxicas.

2) Clearance de esteróides e sua biotransformação. (Eliminação dos hormônios, os esteróides)

3) Remoção de micro agregados de fibrina e prevenção de coagulação intra vascular. (É o motivo pelo que eu tomo (AH) pra evitar enfartos e tromboses, tromboses cerebrais, enfartos das coronárias, porque ele faz a prevenção da coagulação intra-vascular, ele  remove a um possível entupimento que possa ter havido, como removeu a fibrina que entupia a artéria femural do Dr Garófalo. Por isso que eu tomo(AH).) 

4) Ingestão do antígeno, seu processamento e ulterior entrega aos linfócitos B e T.(o antígeno que produz a reação alérgica, então tem uma grande ação nas alergias, no tratamento das alergias) 

5) Biotransformação e excreção do colesterol. 

6) Metabolismo férrico e formação de bilirrubina. 

7) Metabolismo de proteínas e remoção de proteínas desnaturadas. (Proteínas anormais)

8) Destoxificação e metabolismo de drogas.  

(Imagina, metabolismo de proteínas e remoção de proteínas desnaturadas, hoje que se sabe que essa doença encefalite que dá a doença da vaca louca e tudo, é uma proteína que se chama ‘prion’ que é desnaturada, e ele então poderia ajudar no tratamento, ser um colaborador nesse tratamento nessa doença.) 

Respondendo por tantas e tão importantes funções, fácil é de se entender o papel desempenhado pelo Sistema Retículo Endotelia no determinismo favorável ou desfavorável de processos mórbidos tão variados como sejam os infecciosos, neoplásicos, (câncer) degenerativos e auto-imunes.

Foi aí é que eu, aí vou contar depois um caso, onde comecei com o tratamento em doença auto imune. 

Muito bem, agora o que é triste, triste, é que, o que o Prof Jésse Teixeira descobriu em 1940, em 1976, 36 anos depois ainda estava sendo estudado em países do primeiro mundo em ratos e aqui não teve a divulgação que deveria, está aqui, esse trecho aqui: 

( Dr Luiz Moura lê outro trecho do trabalho do Dr. Ricardo Veronesi) 

Doenças Degenerativas 

O Sistema Retículo Endotelial, exerce papel importante na homeostase (quer dizer, manter o organismo saudável) inclusive dos Lípides (das gorduras) dessa maneira tem se demonstrado em animais que o Sistema Retículo Endotelial está implicado na produção e excreção do colesterol, quer endógeno como exógeno. Conclui-se daí que a hipercolesterolemia e, talvez, a arterosclerose (processo degenerativo das artérias que vão endurecendo) depende do perfeito funcionamento do Sistema Retículo Endotelial, podendo ser reduzida a taxa do colesterol sanguíneo através da imunoestimulação do sistema conforme experiências realizadas em ratos na Universidade do Tenessee (quer dizer, enquanto em 1940 no Brasil, o Prof. Jésse Teixeira descobriu em ser humano como estimular o Sistema Retículo Endotelial em 1976, 36 anos depois, nos Estados Unidos, no Tenessee, estava se estudando em ratos.) Estamos realizando experiências em tal sentido no serviço do professor Luiz  V. Décourt em São Paulo.  (acima, entre parênteses, comentários e explicações do Dr Luiz Moura sobre os trechos do Trabalho do Dr. Ricardo Veronesi) 

Quer dizer, então a AH é um recurso de enorme valor, porque com essa amplitude que o avanço da imunologia deu, porque antes realmente só se sabia que combatia as infecções, eu só usava por exemplo, para reduzir o tempo de cura, por exemplo, de uma pneumonia, dava o antibiótico, eu usava simultaneamente a AH, com isso eu conseguia reduzir, primeiro a quantidade de antibiótico, a pessoa não precisava tomar tanto antibiótico, e o tempo de cura se acelerava por que o antibiótico fazia uma parte, quer dizer, paralisava a reprodução dos microorganismos por micróbios e a AH estimulava os macrófagos a devorar esses micróbios. Então complementava a ação um do outro e com isso eu tive resultados muito bons, em doenças, como pneumonias, até duplas graves e tudo, e resolvia os problemas associando esses dois recursos, um que paralisava a reprodução, porque muita gente pensa que antibiótico é bactericida, não, antibiótico não mata bactéria, ele só paralisa a reprodução das bactérias, quem mata bactéria é nosso sistema imunológico, ele quem completa o trabalho do antibiótico, o antibiótico dá chance de ativar o organismo para vencer a infecção.

...". 

Texto copiado de http://www.rns ites.com.br/auto-hemoterapia-dvd.htm

Transcrição do DVD em espanhol ht tp://autohemoterapia.orgfree.com/AUTOHEMOTERAPIA_Espanol.htm

Transcrição do DVD em inglês h ttp://autohemoterapia.orgfree.com/TRANSCRIPTION_of_the_DVD.htm

Veja a entrevista do dr. Luiz Moura em https://www.youtube.c om/watch?v=o-FXxoc-dmE

 


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